O que é Adoração?

 Estou certo que todos os que estão lendo esse texto já ouviram um milhão de definições diferentes de adoração. Porém, creio que é sempre bom colocar um novo foco em nossa forma de pensar para nos mantermos afiados. Já que estamos no início de um novo ano, talvez seja uma boa hora de reconsiderarmos o que a adoração é para nós.

No passado, meu conceito sobre adoração era totalmente centralizado em música. Adoração, para mim, era sempre a música antes da pregação ou as músicas lentas depois do "louvor". Pensava que adoração era um tempo de cantar, tocar instrumentos e erguer minhas mãos ao Senhor. Esse tempo gasto em Sua presença era grandioso. Não posso negar que Ele realmente habitasse nesses louvores. Porém, quando a música terminava e o período de adoração acabava, era hora de ofertar, ouvir a palavra e viver o resto da semana. Para a maioria de nós, a adoração tem esse espaço em nossas vidas. Se foi devido à nossas agendas cheias, hábitos formados ou falta de ensino apropriado que isso aconteceu eu não sei, mas a adoração foi compartimentada e definida como algo que não corresponde a realidade. Adoração não é apenas uma canção. Não é somente dança. Não é apenas uma preparação para a pregação. Não é um mandamento. Adoração é uma resposta. O dicionário online webster oferece três grandes definições de adoração:

  1. o ato de adorar, especialmente reverentemente;
  2. considerar com grande temor e devoção;
  3. sentir um amor profundamente dedicado.

A adoração é uma resposta ao amor. Se amamos alguém, isso afeta nossos pensamentos, nossas ações, e nossos corações. Atos de adoração são uma resposta a esses efeitos. Se nós realmente adoramos reverentemente ao Senhor, isso afeta muito mais que cantarmos ou a forma com que cantamos. Esse amor enche nossa vida até ao ponto que em que tudo se torna uma expressão desse amor. Podemos adorar ao Senhor com músicas, em dança, ao ofertar, em como nos conduzimos nos nossos empregos, em como tratamos outras pessoas, e em como vivemos nossas vidas. Romanos 12:1 ensina-nos que oferecer nossos corpos como sacrifícios vivos, santos e agradáveis a Deus é nosso ato espiritual de adoração. Nossa vida inteira deve ser um ato de adoração que renda louvor a Ele. E como a Palavra promete, Deus habita em meio aos louvores de Seu povo. Eu estou preparado para Deus habitar continuamente em minha vida.

Jeremiah Bowser

Por: Walter Cruz

A verdadeira páscoa!

A páscoa cristã (Lucas 22:7-23) Um acontecimento tão importante como a páscoa, que deu origem a nação de Israel, não poderia ser ignorada pelo Novo Testamento. Pelo menos cinco idéias estão claramente implícitas e podem ser aplicada aos cristãos. A morte de Cristo ocorreu exatamente no período da páscoa. A páscoa é uma festa exclusivamente judaica, os gentios foram excluídos da comemoração (12:43-49), mas a Ceia substitui a páscoa judaica. Assim, festejamos e relembramos a morte e ressurreição de Cristo. Nossa páscoa se chama Ceia do Senhor, ou como alguns preferem, "santa Ceia"

Houve uma conexão intencional entre o tempo da páscoa judaica e o tempo da morte de Cristo. Não foi por acaso, mas pela determinação providencial de Deus, que nosso Senhor foi crucificado na semana da páscoa e no dia exato em que o cordeiro pascal costumava ser imolado. O intuito disso foi o de chamar a atenção da nação judaica para Aquele que é o verdadeiro cordeiro de Deus.
O cristão, tal como os antigos israelitas, devem pôr de lado o fermento do pecado, da corrupção, da malícia, da desobediência, substituindo pelos pães asmos da sinceridade e da verdade (1 Coríntios 5:7).

A última ceia foi inicialmente uma refeição pascal (João 18:28; 19:14). Após a refeição pascal, o Senhor instituiu o seu equivalente, ou seu substituto cristão. Ele é a nossa páscoa. Nos celebramos a ceia que relembra Cristo, o nosso cordeiro pascal. A idéia de uma aliança e do início de uma nova nação estão presentes. Cristo fez uma nova aliança e por meio da sua Igreja, dá inicio a uma nova nação, uma nova humanidade, composta de pessoas de todas tribos, línguas e raças, uma nação sem fronteiras.

Quanto ao êxodo cristão, certamente que éramos escravos do pecado, mas fomos libertos da escravidão para viver uma nova vida. Cristo é o que nos liberta da escravidão do pecado.
Portanto, se o cordeiro assado, os pães sem fermento as ervas amargas eram os símbolos da páscoa do judeu, o pão e o vinho é o símbolo da páscoa do cristão. Quanto aos coelinhos e aos ovos de chocolate, são apenas símbolo de um comércio espertalhão e aproveitador, e de uma religiosidade sincretista.

Fonte por: Jair Leal é escritor e palestrante.
Contatos: jairsouzaleal@ig.com.br

 
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